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Formação: (ETECAP Bioquímica) (ESAMC Administração - MKT) (Oswaldo Cruz Microbiologia) (Oswaldo Cruz Pós Química)

Estudo identifica passos de dança que tornam homens atraentes!

Pesquisadores da Universidade britânica de Newcastle realizaram um estudo para descobrir o que faz um homem dançar bem. Eles digitalizaram jovens dançando no laboratório e, a partir das imagens, criaram filmes no computador que então foram avaliados por mulheres com notas de um a sete.

O resultado indica que bons dançarinos são aqueles que fazem muitos movimentos variáveis: tanto amplos, grandes, quanto curtos, alternados. O segredo estaria, especificamente, nos movimentos da cabeça, do pescoço e do torso. Já o mau dançarino usa movimentos repetitivos e convulsivos. A pesquisa foi inspirada na observação de pássaros.

Como para muitas outras espécies, os movimentos são parte importantíssima dos rituais de acasalamento - um atestado de boa herança genética. Os autores do estudo acreditam que isso também pode ser aplicado às pessoas: quem dança bem parece ser mais saudável.

Os pesquisadores digitalizaram jovens dançando no laboratório e, a partir das imagens, criaram filmes no computador

Para aqueles que desejam ver maiores informações através de um vídeo, acessem:  http://www.youtube.com/watch?v=HoKBC_i0Jvo

Felicidade custa R$ 11 mil por mês, aponta estudo


Para saber até que ponto dinheiro compra felicidade, estatísticos analisaram um banco de dados gigantesco nos EUA. Descobriram um valor a partir do qual mais riqueza não significa mais bem-estar: R$ 11 mil por mês.
"Uma renda pequena exacerba as dores emocionais associadas a problemas como divórcio, doença ou solidão", diz Daniel Kahneman, da Universidade Princeton, vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 2002 e coautor da nova pesquisa publicada na revista científica "PNAS".
Para ser feliz, então, o importante não é ser rico, mas sim não ser pobre, revelam entrevistas feitas com mais de 450 mil americanos.
A pesquisa funciona assim: entrevistadores pedem que as pessoas relatem a frequência com que se sentiram felizes ou sorridentes recentemente. Perguntam o mesmo com relação ao estresse. Pedem também que, em uma escala de zero a dez, digam o quanto estão satisfeitas com as suas vidas --a "nota" média dada pelas pessoas foi de 6,76. Cruzam, então, as respostas obtidas com dados sobre a vida dos entrevistados.
















Assim, eles descobriram, por exemplo, que gente solitária se sente muito infeliz até em comparação com quem sofre de um problema crônico de saúde.
Ter filhos, por outro lado, traz felicidade. Mas, curiosamente, em média o efeito é menor do que o de ter um plano de saúde --ao menos em países em que o sistema público de hospitais é ruim, como os EUA e talvez o Brasil.
Surpreende também a correlação entre envelhecer e se sentir mais feliz. Aparentemente, os anos fazem com que as pessoas aprendam a lidar com as dificuldades.
O fator campeão de bem-estar, porém, é ser uma pessoa religiosa. Angus Deaton, também de Princeton, esboçou uma explicação para a Folha sobre isso.
"Quem vai à igreja faz amigos por lá, e isso tem um impacto muito bom. A religião também ajuda os fiéis a entender algumas questões mais difíceis da vida, e isso pode servir de apoio em tempos difíceis. Além disso, muitas igrejas oferecem cuidado médico ou apoio social."
A fé é o único fator que consegue até ganhar do dinheiro na busca pela felicidade.
O valor de R$ 11 mil reais, claro, serve como indicador, mas é bom ter em mente que, como ele se refere aos Estados Unidos, uma margem de erro precisa ser levada em consideração ao adaptá-lo ao Brasil --onde, ao menos em algumas cidades, o custo de vida pode ser bem diferente.
"Nós sabemos, por exemplo, que os latino-americanos costumam se sair bem em medições de felicidade", recorda Angus Deaton.



DOM PEDRO DÁ O GRITO DO IPIRANGA, PELA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL



Durante um tempo, D.Pedro seguiu ordens da corte portuguesa, mas acabou percebendo que as leis vindas de Portugal pretendiam transformar o Brasil novamente em uma simples colônia.
Os políticos portugueses exigiram que D. Pedro voltasse imediatamente para Portugal.
No Brasil, os defensores da independência iniciaram uma campanha pedindo que o príncipe regente permanecesse em nossa terra.
No dia 9 de janeiro de 1822, D. Pedro recebeu um abaixo-assinado pedindo-lhe que ficasse. Ele atendeu ao desejo do povo declarando: "Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação diga ao povo que fico".
Com esse ato, D.Pedro atendeu aos interesses dos ricos fazendeiros brasileiros.
D.Pedro permaneceu no Brasil e esse dia passou para a nossa história como o Dia do Fico.
Os brasileiros continuaram em campanha política para que o Brasil se tornasse independente de Portugal.
No dia 7 de setembro de 1822, D.Pedro fez uma declaração oficial de independência,afirmando assim seu acordo com os brasileiros. Nos meses seguintes, os brasileiros venceram facilmente o ataque das tropas portuguesas, com apoio inglês. Em pouco tempo, vários países da América, que já haviam se libertado do domínio europeu, apoiaram oficialmente nossa independência.
D.Pedro tornou-se o primeiro imperador do Brasil, com o título de D.Pedro I.
O Brasil passou a ser uma monarquia, uma forma de governo em que os poderes são exercidos pelo imperador ou rei.

Brasileiros Compraram o Burger King! Hoje jantei no Brasukas King!

 Já gostava do Burger King, agora gosto mais ainda!




foto tirada: Alexandre Carvalho Rezende

Grupo de brasileiros firma acordo de compra do Burger King por US$ 4 bi

O fundo 3G Capital , comprou o Burger King!

A empresa Burger King anunciou nesta quinta-feira um acordo com o fundo 3G Capital para venda de todas suas ações ordinárias por US$ 24, cada, ou um montante de US$ 4 bilhões, informou em comunicado oficial a rede de fast-food. A aquisição inclui o refinanciamento das dívidas da empresa. A transação deverá ser concluída no quarto trimestre deste ano.
O fundo multi-bilionário tem sede em Nova York e foi fundado pelos brasileiros Marcel Telles, Jorge Paulo Lemann e Carlos Alberto Sicupira -- acionistas da ABInBev, maior cervejaria do mundo e que controla a AmBev.

O acordo prevê que a 3G Capital compre, por meio de oferta pública, a totalidade das ações em circulação (listadas em Bolsa) da companhia.
Cerca de 31% das ações em circulação pertencem aos associados da TPG Capital LP, Goldman Sachs Capital Partners e Bain Capital Investors. O acordo celebrado informa que esse percentual será ofertado integralmente na venda. Para a aquisição, a 3G Capital obteve financiamento direcionado à compra da totalidade das ações em circulação e para o refinanciamento das dívidas existentes.
Segundo o site institucional da 3G Capital, o fundo "tem foco em investimentos em ações de companhias bem geridas, fundamentalmente sólidas que estão sendo negociados com um desconto substancial de seu mercado", e de capital aberto.No comunicado, Alex Behring, sócio da 3G Capital, justifica a aquisição por ser "o Burger King um ícone das marcas mundiais e com rede franqueada sólida, além de grande oferta de produtos [o que] tornar este [acordo] um ajuste perfeito para 3G Capital -- que tem um forte histórico de investimentos de longo prazo em relação às marcas globais de consumo e varejo".

NOVO CONVITE - 3º Rodada de Negócios CJE

3º Rodada de Negócios do CJEO QUE É O CJE?
O CJE (Comitê de Jovens Empreendedores da FIESP) é um grupo que hoje agrega 900 jovens, que assumiram a missão de criar uma nova identidade empresarial pautada pela ética e pelo comprometimento. São jovens que, em vez de pensarem somente em seus próprios negócios, têm uma visão ampla de construção do país e são conscientes de que o desenvolvimento econômico deve estar atrelado à responsabilidade social e ambiental.
 
OBJETIVO / PÚBLICO-ALVO / SETORES ENVOLVIDOS
O público-alvo da Rodada de Negócios inclui os membros do CJE e convidados, no qual tem como objetivo fomentar negócios entre as empresas participantes. São esperadas de 100 a 150 pessoas, que poderão representar uma ou mais pessoas jurídicas, dos mais diferentes setores.

http://www.fiesp.com.br/newsletter/rodada-negocios-ciesp/PDF_Rodada-de-Negiocios.pdf

10 maneiras de ficar mais inteligente


10. Coma peixe
Peixes oleosos são ricos em DHA, um ácido graxo Omega-3 responsável por 40% da formação das membranas celulares e podem melhorar a neurotransmissão. O DHA é necessário para o desenvolvimento do cérebro do feto e vários estudos ligaram dietas com bastante peixe à redução do declínio mental com a idade avançada. Mas antes que você morda a isca saiba que estes estudos se basearam no que as pessoas lembravam sobra as suas dietas, uma tarefa que cheia a peixe. Testes com Omega-3 em ratos não mostraram melhora nas habilidades cognitivas.

9. Beba chá

A cafeína do chá verde e preto faz o corpo pegar no tranco e afia a mente. Não é bom beber café e energéticos. Para um ganho cerebral excelente faça pausas regulares para beber chá. Doses pequenas durante o dia são melhores do que tomar uma única grande dose.
8. Sem pânico

Enquanto um leve nervosismo pode melhorar o desempenho cognitivo, períodos de estresse intenso nos transformam em neandertais. Tente controlar a sua respiração.

7. Mais devagar
Não existe o fenômeno anunciado por aí chamado de “leitura dinâmica”. Ao menos se o seu conceito de “leitura” significa compreender o texto. Estudos mostram que os leitores rápidos vão muito pior quando questionados sobre o texto. A resposta motora da retina, e o tempo que a imagem leva para ir da mácula para o tálamo e em seguida ao córtex visual para processamento, limita os olhos para cerca de 500 palavras por minuto, em eficiência máxima. O estudante universitário comum alcança,cerca da metade disto.

6. Mantenha-se afiado

Pesquisadores italianos descobriram que pessoas que tem mais de 65 anos que andam cerca de 9 km por semana em passo moderado tem 27% menos chance de desenvolver demência do que adultos sedentários. Os pesquisadores pensam que exercícios possam melhorar o fluxo sanguíneo no cérebro.

5. Pratique

Pratique os tipos de questões que aparecem nos testes de inteligência. Ao se preparar para problemas verbais, numéricos e espaciais, típicos dos exames psicrométricos, você pode melhorar o seu escore.

4. Zzzzzz

Tirar uma soneca rápida no escritório pode deixar seu chefe irritado?Informe-o que você, na verdade, merece uma promoção de acordo com os últimos resultados dos estudos sobre o sono. Um breve cochilo pode melhorar a sua memória, mesmo que dure apenas seis minutos.

3. Jogue videogame

Todo mundo que implorou por um videogame agora vai conhecer o melhor argumento para conseguir um: “Você não quer que eu tenha uma coordenação visual e motora inferior, quer?” Agora você pode falar que alguns jogos o tornam mais inteligente assim como o Brain Age, da Nintendo. Depois de esforços cuidadosos os jogadores “sentem seus cérebros rejuvenescerem”.

2. Exercícios

Estudos mostram que estudantes que praticam exercícios aeróbicos regulares ajudam a construir matéria cinza e branca no cérebros de adultos mais velhos. Em crianças o ponto alto foi o de levar a melhores performances em exames cognitivos.

1. Descubra

Aprender novas coisas pode reforçar o cérebro, especialmente se você acredita que pode aprender novas coisas. É um círculo vicioso: Quando você pensa que está tornando-se mais inteligente, você estuda mais, criando mais conexões entre os neurônios.

No Twitter - @Ale_Rezende.


http://twitter.com/Ale_Rezende

Vale a pena Ler de Novo! VoceSA - Reputação.com


Reputação.com da VOCÊ S/A

Na edição 121, foram dadas dicas de como usar internet em favor de seu lado profissional, confira:


Escreva seu nome no Google e confira o resultado: surge um rastro digital feito de listas de aprovação em concursos, comentários em salas de bate-papo, resultados de competições esportivas e fotos. A web registra pedaços de sua vida e forma uma imagem virtual. As empresas de recrutamento já descobriram isso faz tempo.
A consultoria americana Michael Page, que tem escritório em São Paulo, desenvolveu, por exemplo, uma ferramenta de busca própria, voltada para encontrar informações de profissionais na web. É impossível controlar tudo o que sai publicado na internet. Mas é possível aumentar a relevância de uma parcela das informações.
SEJA NATURAL
Evite criar uma imagem altamente positiva. Trata-se de um erro facilmente percebido por headhunters e recrutadores. Ninguém é perfeito, e demonstrar humanidade, acredite, pode contar pontos a seu favor. As empresas valorizam candidatos autênticos. Portanto, seja transparente. Não minta nem omita. Tenha apenas bom senso. “Não faça na internet algo que você evitaria fazer no mundo real”, diz Fernando Mantovani, gerente do escritório de São Paulo da consultoria de recrutamento Robert Half.
PUBLIQUE CONTEÚDOS PERTINENTES
Se tiver algo realmente a dizer na internet, diga. Se não for importante, fique calado. “Criar mais um blog ou abrir uma comunidade para não ter o que dizer é perda de tempo. Tente ser singular no conteúdo”, diz o paulistano René de Paula Junior, autor de seis blogs independentes e funcionário da área de experiência do usuário da Microsoft.
SIGA SEU RASTRO
Uma vez por mês, Marcelo Sant’Iago, diretor de novos negócios da agência de publicidade digital MídiaClick, de São Paulo, entra no Google, digita seu nome e faz uma busca. É uma boa medida. Os buscadores são um termômetro para saber o que aparece sobre ele e se há alguém falando algo a seu respeito. “Encontro meu trabalho em outros sites”, diz Marcelo Sant’Iago.
EVITE A IMAGEM DE POPSTAR
Estar presente em todos os sites de relacionamento, blogs, fotologs e comunidades da internet não é bom para a imagem. “Fazer marketing pessoal em excesso atrapalha”, diz Karin Parodi, diretora da consultoria Career Center, de São Paulo. “Evite a alta exposição”, diz Karin.
TORNE-SE UM VERBETE
Há uma série de grandes executivos com um verbete criado na enciclopédia virtual Wikipédia. Muitos foram construídos de forma neutra, enquanto outros são partidários ou subjetivos demais. Criar um para o seu nome é simples. Se alguém já criou seu perfil, você poderá alterá-lo com informações mais precisas. A dica é fazer buscas freqüentes para descobrir se há novidades ou erros envolvendo seu nome.
FAÇA USO DE SUA LISTA DE CONTATOS
No LinkedIn, Plaxo ou qualquer outra rede de relacionamento, é importante trazer para a vida real a lista de contatos virtuais. “Cuide da sua rede de contatos, não a procure só quando necessitar”, diz Karin Parodi, diretora do Career Center. Ou seja, mantenha contato com as pessoas fora da internet.
CORRA PARA O LINKEDIN
É consenso entre headhunters, recrutadores e executivos: o LinkedIn é a ferramenta de relacionamento profissional mais poderosa da internet. Preencha cada item com o máximo possível de informações. Tome cuidado: o que vale é a qualidade dos relacionamentos, e não a quantidade. Entre os contatos conhecidos, tente fazer uma seleção de quem realmente integrará sua rede. Evite adicionar desconhecidos e recomendações exageradas. “O risco de obter uma série de recomendações sem critério é cair no descrédito. O recrutador percebe e checa esse tipo de coisa”, diz Ricardo Basaglia.
SEJA DISCRETO
O Orkut é um dos sites de relacionamento mais conhecidos do Brasil e também o de maior exposição. Marcar presença em suas páginas não é ruim. Pelo contrário, pode transmitir a imagem de profissional conectado. No entanto, use o bom senso. Não vá moderar a comunidade “Eu odeio a minha empresa”. Cuidado também com fotos ousadas.
MELHORE A PESQUISA
Já ouviu falar de Search Engine Optimization (SEO)? Trata-se de uma combinação de técnicas e estratégias para facilitar a seleção de um site pelo Google, por exemplo. Otimizado, o site salta para os primeiros lugares na lista de resultados. As empresas usam o SEO. Nada impede que um profissional faça o mesmo para destacar seus blogs profissionais. Há alguns macetes tecnológicos, como programar o site para os buscadores, atualizar constantemente o conteúdo e fazer com que o maior número possível de sites inclua links para a sua página.

"Esta matéria foi vinculada na edição 121 da revista Voce SA de 2008, mas os comentários são bem atuais."
Fonte: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/082008/15082008-7.shl

Errar é fundamental: ninguém chega ao sucesso sem passar pelo fracasso, afirma especialista


Quando aos seis anos de idade me mudei com minha família da Bolívia, onde nasci, para Troy, nos Estados Unidos, logo tive que me acostumar com a casa, o idioma, a cultura e os amigos. Tudo novo. Além do fato de eu não ser loiro e de olhos azuis, como a maioria das pessoas locais, lá pelos 16 anos percebi que, conforme o tempo passava, minhas calças continuavam me servindo, não ficavam curtas como a de todos os outros garotos. Conclusão: eu seria um baixinho. Quando me dei conta disso, recordo que me senti desafiado a ser um sucesso. Já que não cresceria em altura, seria, então, um grande profissional.

Aquela determinação precoce pode soar engraçada agora. No entanto, também demonstra que podemos, a qualquer momento, encarar o desafio de mudar o rumo da nossa trajetória, para chegar aonde desejamos, desde que o medo de errar não nos impeça de ousar.

Hoje, quase meio século depois daquela, digamos, implacável constatação, lanço meu primeiro livro, "Erre Mais", no qual dou 65 conselhos sobre liderança, relacionamento, demissão, autoimagem, empreendedorismo e aposentadoria, entre outros assuntos relacionados ao universo profissional. São 65 porque é a minha idade atual, com a qual me sinto bem e feliz, preparado para aprender e contribuir com o bem-estar e a evolução das pessoas.

Mas por que aconselhar as pessoas a errarem mais? Porque acredito que é praticamente impossível chegar ao sucesso sem passar por algum fracasso. E esse pensamento não se resume somente ao universo corporativo. Aprendi, ao longo do tempo, que é importante arriscar e se permitir errar, que não temos porque temer nos lançarmos ao desconhecido, ainda que o medo nos ronde o tempo todo.

Executivos, como todos os seres humanos, não estão imunes aos erros, muitas vezes, fatais para o negócio. Mesmo os mais bem-preparados podem cometer deslizes históricos, como o todo-poderoso Thomas Watson, então presidente da IBM, que em 1943 filosofou que só haveria mercado para uns cinco (cinco mesmo) computadores em todo o mundo. Nem o gênio Bill Gates escapou da derrapagem: há três décadas previu que 640 KB de memória deveriam ser suficientes para qualquer pessoa.

Guardadas as proporções, o erro faz parte dos avanços, das descobertas e das invenções, e é parte fundamental na aprendizagem. O próprio Bill Gates, cujo vacilo citamos, defendeu certa vez que deveriam ser premiados os autores de determinados erros que levassem a empresa a refletir sobre seus processos e evitar tropeços maiores. Errar, segundo os cientistas, aumenta as chances de acertos no futuro.

Para ter sucesso, a empresa deve desenvolver a cultura da inovação e, para isso, precisa incentivar entre os gestores a ousadia, a criatividade, a autonomia na tomada de decisões e a capacidade de correr riscos. A maneira como enfrentará esses riscos e obstáculos é que determinará o sucesso ou o fracasso da empreitada.

Mais humildes que os executivos, os cientistas admitem que só chegam à certeza por meio de um interminável processo de tentativa e erro. A humanidade agradece.

Por - Marcelo Mariaca - é presidente do Conselho de Sócios da Mariaca e professor da Brazilian Business School.www.administradores.com.br

Fiscais da Natureza


Aconteceu

Alexandre Rezende (pós em química), Eduardo Cruz (gestor ambiental) e Gilberto Natalini (vereador de São Paulo-SP), no programa Fiscais da Natureza na ALLTV (www.alltv.com.br), falando sobre:

1° Seminário de Meio Ambiente da RMC (Região Metropolitana de Campinas-SP).
Usina de Lixo para Geração de Energia
Licenciamento Ambiental
Fontes de energias sustentáveis
8° Conferência Municipal de Produção Mais Limpa

Minha Aposta e do Philip Kotler:



Chinesa Chery lança compacto que mira o Volkswagen Fox

Auto Esporte

Na tentativa de expandir as vendas no mercado nacional, a fabricante de carros chinesa Chery dá sua terceira tacada com o lançamento do compacto Face, que mira o mercado do Volkswagen Fox, do Chevrolet Agile e do Renault Sandero. O lançamento acontece nesta sexta-feira (6), em Itu, SP.

A empresa, que já participa do segmento de utilitários esportivos com Tiggo, e de hatches e de sedãs médios com Cielo, afirma que o novo compacto é a grande aposta da marca no país. “O Face será responsável por consolidar a Chery no Brasil”, afirma o CEO Luis Curi. O preço inicial do carro é R$ 31.900.

O compacto tem design assinado pela equipe italiana Bertore e traz sob o capô um motor 1.3 a gasolina de 84 cavalos de potência. O pacote de série inclui trio elétrico, direção hidráulica, ar-condicionado, freios ABS com EBD, duplo air bag, faróis de neblina, sensor de ré, CD MP3, regulagem de altura do farol e rodas de liga leve. “Esse carro foi desenvolvido quando a Chery estava em parceria com a Chrysler e traz características bastante americanas”, diz Curi.

Para conquistar os clientes pelo bolso, a Chery oferece também revisões com preços fixos. A primeira, realizada aos 2,5 mil km, é gratuita. Com 10 mil km, o preço é R$ 149; com 20 mil km, R$ 249; e 30 mil km, R$ 149.

A Chery já comercializou três mil unidades no país e pretende até o final do ano atingir 10 mil. Para 2011, a expectativa é vender 25 mil veículos. “Estávamos em 18º lugar no ranking de emplacamentos e, com os lançamentos, conseguimos pular para 15º. O objetivo é brigar pelo 13º lugar”, afirmou Curi.

No Salão do Automóvel de São Paulo, a fabricante já confirmou a presença de cinco novos modelos (A13, S18, Tiggo automático, S18 D e G5), que chegarão ao mercado no ano que vem. Para 2011 está previsto ainda a estréia do motor flex.

Fábrica no Brasil
Há dois anos, a Chery estuda a inauguração de uma fábrica no Brasil. Há um ano, a fabricante chinesa contratou uma consultoria internacional e afirma que em breve irá anunciar investimento. “Ainda estamos em processo de avaliação pois é um investimento que irá exigir cerca de US$ 1 milhão”, diz o CEO da Chery no Brasil. “Algumas cidades já foram visitadas, como Jacareí, no interior de SP, mas a data e o local ainda não estão definidos. De qualquer forma, definiremos essas questões em breve”

Vale a pena ver ! Inspirador....


Um bom filme para elevar a vontade de vencer e chegar lá!!!

Carruagens de Fogo (Chariots of Fire, 1981)

» Sinopse: Em 1924, dois atletas britânicos competem entre si nas Olimpíadas de Verão. Um deles é um missionário devoto que corre em nome de Deus. O outro é um estudante judeu que corre para ser famoso e escapar de preconceitos. Vencedor do Oscar de Melhor Filme, entre outros.

O Mestre da Vida - Bom Filme


Sinopse: John Talia Jr. é um talentoso e problemático estudante de artes. Ao conhecer Nicoli Seroff, um genial pintor, ele insiste para que o velho mestre o ensine a pintar. Mas Seroff não só desistiu da arte, mas também da vida e quer ficar em paz. No entanto, Seroff convida John para passar uma temporada em sua casa. Juntos, eles dão um ao outro um precioso presente: o estudante aprende a ver o mundo através dos olhos do talentoso mestre e ele, através dos olhos da inocência.

Após forte chuva em Campinas-SP, árvore cai sobre dois carros.


Na tarde de quinta-feira (11/02) às 16:10 horas, após forte chuva, árvore cai sobre dois carros em Campinas no bairro Cambuí, ambos veículos estavam sem motoristas e passageiros. Nos minutos seguintes moradores e comerciantes, começaram a remover a árvore com as próprias mãos, enquanto muitas pessoas ficavam em volta não acreditando no que viam, já que a árvore enfeitava o Cambuí há muitos anos, com altura em torno de 18 metros. Após 15 minutos chegaram profissionais da EMDEC para orientar os motoristas a não entrar na rua, já que a árvore ficou atravessada na rua padre almeida, impedindo que houvesse passagem. O corpo de bombeiros chegou às 16:35 para isolar a área e iniciar o trabalho de remoção da árvore.

fonte: http://www.tvb.com.br/jornalismo/voce-e-o-reporter/ver-materia.asp?id=49

Volatilidade do mercado gera oportunidade de investimento Vaivém da Bovespa permite lucros de R$ 4 mil com a Petrobras apenas em 1 dia

Publicada em 1/10/2008



Economia
Volatilidade do mercado gera oportunidade de investimento
Vaivém da Bovespa permite lucros de R$ 4 mil com a Petrobras apenas em 1 dia
Vilma Gasques
DA AGÊNCIA ANHANGÜERA
vilma@rac.com.br

Até mesmo em momentos de crise há oportunidades de investimentos. Basta ver o movimento de valorização das ações de empresas listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) de segunda-feira para ontem. Os papéis da Petrobras no momento de maior perda na segunda feira, quando o Congresso norte-americano rejeitou o pacote anticrise, chegaram a apresentar desvalorização de 15% e foram comercializados por R$ 30,05. Ontem, já estavam com valorização de quase 10% — vendidos a R$ 34,19. Como as ações são colocadas em lotes de mil para venda, apenas com um deles o lucro de quem comprou Petrobras em baixa e vendeu em alta chegou a mais de R$ 4 mil em apenas um dia.

Até mesmo as ações que tiveram a maior baixa anteontem, as da Construtora e Incorporadora Rossi, já se recuperaram. Na mínima de segunda-feira tiveram desvalorização de 30%; ontem já experimentavam valorização de 14%, passando de R$ 4,61, para R$ 5,26. No caso das construtoras, além da crise internacional, uma mudança na legislação também contribuiu para a desvalorização das ações de todas as companhias do setor.

“É realmente um mercado de oportunidades. Geralmente quando os índices estão em queda, é uma oportunidade de compra de ações”, diz Rafael Nogueira Pinto, consultor de investimentos do escritório regional da InvestGroup. “Tem muita gente comprando e vendendo, sem segurar para longo prazo e realizando lucros imediatamente.”

Mesmo para quem não investiu ontem, uma desvalorização de um período não significa, necessariamente perdas para quem comprou. É o caso de quem usou parte do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para a aquisição de ações da Petrobras, em 2000. As ações foram compradas por R$ 4,00. Na segunda-feira, mesmo com as perdas, a valorização em oito anos estava em 730%. A correção do dinheiro depositado na conta do Fundo rende 3% de juros ao ano.

Além da Petrobras, ações como da siderúrgica Vale do Rio Doce também tiveram queda na segunda-feira de 15%, quando o valor mínimo chegou a R$ 29,09 por ação. Ontem, com o retorno dos investidores para a Bovespa, as ações foram cotadas a R$ 31,82, um aumento de quase 10%. “Quem comprou no valor mínimo, criou oportunidades e ganhou. Até mesmo as ações da própria Bolsa de Valores (BVMS3) caíram 12% — foram vendidas a R$ 6,77 —, e subiu 21% um dia depois, sendo vendidas a R$ 8,20”, diz Nogueira Pinto.

Para o consultor de investimentos, apesar de o mercado de ações apresentar uma taxa de risco elevada, continua sendo interessante para quem quer investir a longo prazo. “Diria que hoje continua sendo muito bom comprar ações da Petrobras e da Vale do Rio doce. Especialmente da Petrobras, pois em 10 anos esta será uma das maiores empresas do mundo. É claro que o investidor pode perder num determinado momento, mas tudo indica que este será um dos principais players no mercado mundial. É preciso apenas ter cautela e escolher o melhor momento para investir.”

Esta foi a postura adotada pelo estudante Fábio Doná, que adquiriu conhecimentos sobre o mercado de ações e investe pensando apenas que não tem pressa. “Há três anos iniciei meu investimento e acompanho diariamente. Mesmo com a perda deste ano, o que eu investi já triplicou de valor. Agora, quem comprou precisa esperar, pois a perspectiva é boa para daqui dois anos. Por enquanto, eu estou com perda neste ano e não contabilizo isso. Se vendesse hoje perderia 20%”, afirma.

Doná, que tem 23 anos, se considera um investidor ousado e aposta 70% de seus investimentos em ações de empresas mais sólidas, consideradas as Blue Chips, e 30% aposta em ações de maior risco. “Posso ganhar muito ou perder muito mais. Apesar de o momento exigir mais cautela, vou continuar investindo.”

Biólogo faz operações pela internet

O biólogo molecular Guilherme Coutinho, que investe e acompanha o movimento da Bovespa pelo home broker, um instrumento que permite a negociação de ações via internet e permite que o investidor envie ordens de compra e venda de ações por meio do site, conta que há sete anos investe em ações e que, quando percebeu o movimento de tendência de queda neste ano, vendeu parte das ações para não ter prejuízo momentâneo. “Posso dizer que tive perda de 15% porque uma parte ficou aplicado. Mas era previsível. A crise é cíclica e volta a ter épocas de alta. Pensando em investimentos, é nas crises que encontramos oportunidades”, diz.

Como nos planos de Coutinho não está a saída do mercado de ações e o que está investido é uma porcentagem do patrimônio que pode ser aplicado com risco, ele diz que a idéia é continuar investindo. “Durante os sete anos que tenho como investidor, o lucro que tive foi de cerca de 50% ao ano. Somente neste ano é que não foi bom.” (VG/AAN)

Diretor do Ciesp vê momento de cautela para empresariado

Para ele, a disposição para ampliação de plantas fabris e de produção deve mudar

Enquanto o investidor pessoa física continua otimista com os lucros que poderá fazer com a compra e venda de ações, os empresários já temem que haja mudança nos planos de investimento para ampliação de plantas fabris e de produção. O diretor-regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp-Campinas), Natal Martins, não acredita que o otimismo se manterá. “Até agora, estávamos vendo disposição com a manutenção dos investimentos programados. Mas daqui para frente já não sei como será o comportamento dos empresários. A situação chega a ficar preocupante”, fala.

Na opinião de Martins, nem mesmo as empresas exportadoras poderiam se beneficiar neste momento em que o se valorizou em relação ao real, já que a moeda norte-americana é volátil e se houver socorro às instituições financeiras, voltará a se desvalorizar. “O dólar não se sustenta nesse patamar. Apenas quem tinha alguma operação de câmbio para fazer, teve ganhos na segunda-feira.”

Martins ainda diz que, para o exportador brasileiro, o dólar R$ 1,90 não resolve os problemas, já que a empresa brasileira perde competitividade no mercado internacional por conta do alto custo de produção. “Estamos acompanhando atentamente o cenário mundial.” (VG/AAN)

Governo prepara ações para ampliar oferta de crédito

Metade das exportações brasileiras, US$ 100 bi, depende de financiamento

De Brasília

As medidas visando a ampliar a oferta de crédito para os exportadores devem ser apresentadas ao presidente Lula até o fim da próxima semana, informou ontem o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge. “O presidente vai decidir se quer que elas sejam implementadas imediatamente”, disse. O objetivo, como informou o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, é garantir recursos para o setor, mas não a qualquer preço. “Não quer dizer que não vamos pedir garantias e as taxas serão as que tiverem de ser”, disse Bernardo.

Jorge explicou que o governo quer agir preventivamente porque metade das exportações brasileiras — cerca de US$ 100 bilhões — depende de financiamento. No entanto, ele comentou que a crise ainda “não está forte” para os exportadores, apesar das restrições de crédito no mercado externo. “A avaliação é que há possibilidade de secarem os financiamentos ou ficarem mais caros. Antes que ocorra, temos de estar preparados. Devemos ter medidas para implementar agora ou para ficarem na prateleira”, disse Jorge.

Ele defende criatividade nas medidas em análise num grupo de trabalho do seu ministério, da Fazenda e o Banco Central. O desafio é apontar alternativas além das tradicionais nesses casos, como a ampliação dos recursos destinados ao Programa de Financiamento das Exportações (Proex) e das operações de Adiantamento de Contratos de Câmbio (ACC). Segundo Bernardo, os recursos para o setor exportador serão adicionais aos que o BC já está oferecendo por meio dos leilões de dólares com compromisso de recompra. “Vamos tentar, tanto quanto possível, garantir recursos para esse setor”, disse ele. (Da Agência Estado)

Crise eleva juro e reduz prazo de crediário

De São Paulo

A crise financeira nos EUA e a alta da Selic (a taxa de juros básica da economia brasileira) resultaram no encarecimento de crédito e na redução de prazos de financiamento para os consumidores neste mês.

Levantamento preliminar da Associação de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) mostra que a taxa média de juros cobrada dos consumidores em setembro está em torno de 7,45% ao mês e de 136,85% ao ano. No mês passado, a taxa era de 7,39% ao mês (135,27% ao ano).

Os prazos de financiamento, que chegavam a 36 meses, principalmente para a aquisição de veículos, não passam de 24 meses. As lojas que ofereciam até 24 meses para pagamento de produtos eletroeletrônicos e de informática reduziram esse prazo para até 12 meses, segundo levantamento da Anefac. (Da Folhapress)